Comitê Babitonga

Evolução do uso e da cobertura do solo na Bacia Hidrográfica da Baía Babitonga

Os dados do MapBiomas – Coleção 11 indicam que a paisagem da Bacia Hidrográfica da Baía Babitonga permaneceu marcada pela presença de áreas florestais, restingas e ambientes aquáticos ao longo do período analisado, entre 1985 e 2025. Ao mesmo tempo, observa-se o crescimento relativo das áreas classificadas como pastagem e silvicultura, acompanhado da redução das áreas identificadas como restinga arbórea e mosaico de usos.

A Formação Florestal foi a classe predominante em todo o período. Em 1985, correspondia a 36,17% da área analisada e, em 2025, representava 35,26%. Apesar de pequenas oscilações entre os anos, sua participação permaneceu relativamente estável, mantendo-se próxima de 35% da bacia.

A Restinga Arbórea apresentou uma redução mais evidente. Sua participação passou de 31,20% em 1985 para 23,01% em 2025. A queda ocorreu de forma gradual, com alguns períodos de estabilidade ou pequenas variações. Essa tendência merece atenção, pois as restingas exercem funções importantes na proteção do solo, na manutenção da biodiversidade e na conexão entre os ambientes terrestres e costeiros.

Outra mudança relevante ocorreu na classe Mosaico de Usos, que reúne áreas com diferentes usos e coberturas do solo. Essa classe representava 15,37% da bacia em 1985 e passou a corresponder a 10,41% em 2025. A redução pode estar associada à maior especificação ou à substituição de áreas anteriormente classificadas como mosaicos por outras categorias de uso do solo.

As áreas de Rio, Lago e Oceano mantiveram participação bastante estável durante todo o período, variando de 8,84% a 9,48%. Em 2025, essa classe correspondia a 9,00% da área analisada. Esse resultado reforça a importância da dinâmica hídrica e dos ambientes aquáticos na configuração territorial da bacia.

Em contraste com a redução observada em algumas formações naturais, a classe Pastagem apresentou crescimento expressivo. Em 1985, correspondia a apenas 0,60% da área, passando para 3,30% em 1990 e alcançando 7,02% em 2025. O aumento foi acompanhado por oscilações ao longo da série, mas a tendência geral indica maior presença dessa forma de uso do solo nas últimas décadas.

A Silvicultura também apresentou aumento no período mais recente. Sua participação era de 1,20% em 1985, atingiu 1,63% em 1990, apresentou redução nos anos seguintes e chegou a 1,60% em 2025. Embora ocupe uma parcela menor da bacia quando comparada às formações florestais e às restingas, sua expansão deve ser considerada no planejamento territorial, especialmente em relação aos efeitos sobre a paisagem, os recursos hídricos e a conectividade entre remanescentes naturais.

A Rizicultura apresentou forte variação temporal. A classe correspondia a 0,16% em 1985, alcançou 2,54% em 2000 e, posteriormente, reduziu sua participação, chegando a 0,39% em 2025. Esse comportamento sugere que a atividade teve maior expressão em determinados momentos, mas não manteve o mesmo nível de participação ao longo de todo o período.

As demais classes ocuparam proporções reduzidas da área total. O Manguezal, por exemplo, representava 2,54% em 1985 e 2,44% em 2025, mantendo participação relativamente estável, apesar das oscilações intermediárias. A classe Praia, Duna e Banco de Areia variou de 0,12% para 0,15%, enquanto Outras Áreas não Vegetadas representava 0,35% em 1985 e 0,26% em 2025.

Também foram observadas alterações em classes de pequena extensão, como Mineração, Apicum, Campo Alagado e Área Pantanosa e Restinga Herbácea ou Arbustiva. Embora seus percentuais sejam baixos, esses ambientes podem possuir elevada importância ecológica. Por isso, sua análise não deve considerar apenas a área ocupada, mas também sua localização, estado de conservação e função ambiental.

De modo geral, a série histórica evidencia quatro tendências principais:

  • Predomínio e relativa estabilidade da Formação Florestal, próxima de 35% da área em todo o período;

  • Redução da Restinga Arbórea, de 31,20% para 23,01%;

  • Diminuição do Mosaico de Usos, de 15,37% para 10,41%;

  • Expansão das áreas de Pastagem, de 0,60% para 7,02%, e crescimento recente da Silvicultura.

Essas mudanças revelam uma paisagem em transformação, na qual os ambientes naturais continuam ocupando parcela significativa da bacia, mas convivem com o avanço ou a reorganização de atividades produtivas. O acompanhamento contínuo dessas alterações é essencial para orientar ações de conservação, recuperação ambiental, ordenamento territorial e gestão dos recursos hídricos na Bacia Hidrográfica da Baía Babitonga.

Nota metodológica

Os percentuais apresentados correspondem à participação de cada classe de uso e cobertura do solo na área analisada, conforme os dados do MapBiomas, Coleção 11, para os anos de 1985 a 2025. As variações devem ser interpretadas como mudanças na classificação e na distribuição espacial das categorias mapeadas. Elas não representam, necessariamente, alterações exclusivamente causadas por transformações reais no território, pois podem também refletir aprimoramentos metodológicos, mudanças na resolução dos dados e diferenças na identificação das classes ao longo da série histórica.

Tabela 1. Evolução das áreas das classes de uso e cobertura da terra na Bacia Hidrográfica da Baía Babitonga, em km², entre 1985 e 2025.

Classe

1985 (Área km²)

1990 (Área km²)

1995 (Área km²)

2000 (Área km²)

2005 (Área km²)

2010 (Área km²)

2015 (Área km²)

2020 (Área km²)

2025 (Área km²)

Não classificado

0

0

0

0

0

0

0

0

0

Formação Florestal

793.776

783.641

784.300

769.963

783.041

780.280

782.003

777.417

773.847

Manguezal

55.663

56.968

48.572

54.230

57.803

56.353

51.775

55.131

53.636

Silvicultura

26.276

35.668

30.534

18.542

19.590

22.187

19.501

32.514

35.196

Campo Alagado e Área Pantanosa

0.002

0.000

0.000

0.023

0.050

0.024

0.032

2.209

2.294

Formação Campestre

0.000

0.000

0.000

0.000

0.000

0.000

0.000

Pastagem

13.202

72.402

73.322

102.581

84.924

97.759

94.847

132.030

154.041

Mosaico de Usos

337.269

304.500

299.991

288.691

312.267

285.091

292.700

246.274

228.445

Praia, Duna e Banco de Areia

2.542

2.239

2.981

3.099

2.771

3.098

3.087

4.389

3.342

Área Urbana

49.072

67.343

81.206

108.397

121.518

136.502

151.525

185.116

200.700

Outras Áreas não Vegetadas

7.706

5.126

3.708

3.326

3.865

2.653

3.837

3.923

5.717

Afloramento Rochoso

18.816

17.275

19.479

19.482

19.523

19.635

22.530

0.429

0.000

Mineração

0.029

0.061

0.067

0.177

0.201

0.268

0.335

0.821

0.578

Aquicultura

0.000

0.000

0.000

0.000

0.000

0.000

0.000

0.000

Apicum

1.072

1.281

1.684

1.183

1.443

1.053

0.303

1.891

1.427

Rio, Lago e Oceano

199.314

201.734

208.032

197.237

197.174

193.939

190.660

193.824

197.500

Soja

0.000

0.000

0.000

0.041

0.015

0.019

0.246

0.199

0.218

Rizicultura

3.588

1.463

4.888

55.693

13.767

10.411

8.926

10.891

8.636

Outras Culturas Temporárias

1.510

9.545

19.217

19.776

6.184

13.771

15.148

3.315

2.364

Restinga Arbórea

684.553

635.171

616.441

551.986

570.285

571.380

556.980

522.817

504.968

Restinga Herbácea ou Arbustiva

0.015

0.015

0.015

0.015

0.015

0.015

0.015

2.756

2.546

Total

2,194.406

2,194.430

2,194.438

2,194.443

2,194.437

2,194.437

2,194.448

2,175.946

2,175.455

Tabela 2. Participação percentual das classes de uso e cobertura da terra na Bacia Hidrográfica da Baía Babitonga, entre 1985 e 2025.

Classe

1985 (Área km²)

1990 (Área km²)

1995 (Área km²)

2000 (Área km²)

2005 (Área km²)

2010 (Área km²)

2015 (Área km²)

2020 (Área km²)

2025 (Área km²)

Não classificado

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

Formação Florestal

36.2%

35.7%

35.7%

35.1%

35.7%

35.6%

35.6%

35.4%

35.3%

Manguezal

2.5%

2.6%

2.2%

2.5%

2.6%

2.6%

2.4%

2.5%

2.4%

Silvicultura

1.2%

1.6%

1.4%

0.8%

0.9%

1.0%

0.9%

1.5%

1.6%

Campo Alagado e Área Pantanosa

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.1%

0.1%

Formação Campestre

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

Pastagem

0.6%

3.3%

3.3%

4.7%

3.9%

4.5%

4.3%

6.0%

7.0%

Mosaico de Usos

15.4%

13.9%

13.7%

13.2%

14.2%

13.0%

13.3%

11.2%

10.4%

Praia, Duna e Banco de Areia

0.1%

0.1%

0.1%

0.1%

0.1%

0.1%

0.1%

0.2%

0.2%

Área Urbana

2.2%

3.1%

3.7%

4.9%

5.5%

6.2%

6.9%

8.4%

9.1%

Outras Áreas não Vegetadas

0.4%

0.2%

0.2%

0.2%

0.2%

0.1%

0.2%

0.2%

0.3%

Afloramento Rochoso

0.9%

0.8%

0.9%

0.9%

0.9%

0.9%

1.0%

0.0%

0.0%

Mineração

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

Aquicultura

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

Apicum

0.0%

0.1%

0.1%

0.1%

0.1%

0.0%

0.0%

0.1%

0.1%

Rio, Lago e Oceano

9.1%

9.2%

9.5%

9.0%

9.0%

8.8%

8.7%

8.8%

9.0%

Soja

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

Rizicultura

0.2%

0.1%

0.2%

2.5%

0.6%

0.5%

0.4%

0.5%

0.4%

Outras Culturas Temporárias

0.1%

0.4%

0.9%

0.9%

0.3%

0.6%

0.7%

0.2%

0.1%

Restinga Arbórea

31.2%

28.9%

28.1%

25.2%

26.0%

26.0%

25.4%

23.8%

23.0%

Restinga Herbácea ou Arbustiva

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.0%

0.1%

0.1%

Total

100%

100%

100%

100%

100%

100%

100%

100%

100%

 

Imagem1
Figura 1. Uso e cobertura do Solo da bacia hidrográfica da Baía Babitonga em 1985. Fonte: Mapbiomas.
Imagem2
Figura 2. Uso e cobertura do Solo da bacia hidrográfica da Baía Babitonga em 1990. Fonte: Mapbiomas.
Imagem3
Figura 3. Uso e cobertura do Solo da bacia hidrográfica da Baía Babitonga em 1995. Fonte: Mapbiomas.
Imagem4
Figura 4. Uso e cobertura do Solo da bacia hidrográfica da Baía Babitonga em 2000. Fonte: Mapbiomas.

Imagem5
Figura 5. Uso e cobertura do Solo da bacia hidrográfica da Baía Babitonga em 2005. Fonte: Mapbiomas.
Imagem6
Figura 6. Uso e cobertura do Solo da bacia hidrográfica da Baía Babitonga em 2010. Fonte: Mapbiomas.
Imagem7
Figura 7. Uso e cobertura do Solo da bacia hidrográfica da Baía Babitonga em 2015. Fonte: Mapbiomas.
Imagem8
Figura 8. Uso e cobertura do Solo da bacia hidrográfica da Baía Babitonga em 2020. Fonte: Mapbiomas.
Imagem9
Figura 9. Uso e cobertura do Solo da bacia hidrográfica da Baía Babitonga em 2025. Fonte: Mapbiomas.

Análise Histórica por Grupos de Classes de Uso e Cobertura do Solo

As classes de uso do solo foram reagrupadas em cinco grupos, para facilitar o entendimento da dinâmica de uso do solo.

Tabela 3. Agrupamento das classes de uso e cobertura da terra do MapBiomas Coleção 11 na Bacia Hidrográfica da Baía Babitonga.

Grupo principal

Classes de uso e cobertura do solo

1. Floresta

Formação Florestal; Manguezal; Restinga Arbórea

2. Vegetação Herbácea e Arbustiva

Campo Alagado e Área Pantanosa; Formação Campestre; Apicum; Afloramento Rochoso; Restinga Herbácea ou Arbustiva

3. Agropecuária

Pastagem; Rizicultura; Outras Culturas Temporárias; Soja; Silvicultura; Mosaico de Usos

4. Área não vegetada

Praia, Duna e Banco de Areia; Área Urbana; Mineração; Outras Áreas não Vegetadas

5. Corpo d’água

Rio, Lago e Oceano; Aquicultura

A análise percentual dos grupos de uso e cobertura da terra evidencia que a Bacia Hidrográfica da Baía Babitonga permanece predominantemente composta por áreas de Floresta, embora esse grupo tenha apresentado redução relativa ao longo da série histórica. Em 1985, as áreas florestais correspondiam a 69,90% da área analisada. Em 2025, essa participação passou para 61,25%, representando uma redução de 8,65 pontos percentuais.

Apesar da diminuição, a Floresta continuou sendo o grupo predominante em todos os anos avaliados. A maior participação foi observada em 1985, enquanto o menor percentual ocorreu em 2000, quando as áreas florestais representavam 62,72% da bacia. A partir de 2005, houve pequena recuperação, mas os valores permaneceram abaixo do observado no início da série. Esse resultado reforça a importância da conservação dos remanescentes florestais, especialmente das formações associadas à Mata Atlântica, aos manguezais e às restingas arbóreas.

O grupo Agropecuária apresentou tendência geral de crescimento. Sua participação aumentou de 17,40% em 1985 para 19,72% em 2025, uma elevação de 2,32 pontos percentuais. O maior percentual foi registrado em 2000, quando o grupo alcançou 22,12% da área analisada. Posteriormente, houve redução, mas a participação permaneceu próxima de 20% nos anos mais recentes.

Essa variação está relacionada à presença conjunta de pastagens, silvicultura, mosaicos de usos e áreas agrícolas, incluindo rizicultura, soja e outras culturas temporárias. A expansão ou reorganização dessas atividades pode influenciar a fragmentação da paisagem, a conectividade entre áreas naturais e a qualidade dos recursos hídricos. No entanto, os percentuais agregados não permitem identificar, isoladamente, qual atividade foi responsável por cada mudança. Para essa interpretação, é necessário analisar também as classes detalhadas.

O grupo Área não vegetada apresentou o crescimento proporcional mais expressivo. Em 1985, representava 2,70% da área, passando para 9,67% em 2025. Isso corresponde a um aumento de 6,97 pontos percentuais ao longo do período. A tendência foi de crescimento praticamente contínuo, com destaque para o período entre 2000 e 2025.

Esse grupo reúne áreas urbanizadas, mineração, praias, dunas, areais e outras áreas não vegetadas. Portanto, o aumento observado não deve ser interpretado exclusivamente como expansão urbana. A análise das classes individuais indica que a Área Urbana possui participação importante nessa evolução, mas outros tipos de superfície também contribuem para o resultado. Ainda assim, o crescimento do grupo chama atenção para as transformações decorrentes da ocupação territorial e da intensificação das atividades humanas na bacia.

O grupo Corpo d’água apresentou comportamento relativamente estável. Sua participação variou de 8,69% em 2015 a 9,48% em 1995, permanecendo próxima de 9% durante todo o período. Em 1985, correspondia a 9,08%, e em 2025 manteve o mesmo percentual. Essa estabilidade está associada principalmente à presença de rios, lagos, áreas estuarinas e do próprio sistema costeiro relacionado à Baía Babitonga.

Embora a proporção espacial dos corpos d’água tenha permanecido estável, esse resultado não significa que a qualidade ambiental desses ambientes também tenha permanecido inalterada. Aspectos como poluição, assoreamento, alterações nas margens, disponibilidade de água e mudanças na circulação estuarina não são avaliados apenas pela área mapeada. Por isso, os dados de uso e cobertura devem ser complementados por informações de qualidade da água e de condições ecológicas.

A Vegetação Herbácea e Arbustiva foi o grupo com menor participação entre as categorias principais. Em 1985, representava 0,91% da área, alcançou 1,04% em 2015 e caiu para 0,29% em 2025. A redução foi especialmente acentuada entre 2015 e 2020, quando o percentual passou de 1,04% para 0,33%.

Essa mudança deve ser interpretada com cautela. O grupo reúne ambientes distintos, como formações campestres, áreas alagadas, apicuns, afloramentos rochosos e restingas herbáceas ou arbustivas. Além disso, alterações nos métodos de mapeamento, na disponibilidade de imagens e na classificação das áreas podem influenciar a distribuição percentual entre as classes. Assim, a redução registrada não deve ser atribuída automaticamente à perda real de vegetação sem uma verificação espacial e metodológica complementar.

Considerando os percentuais apresentados, a evolução da bacia pode ser resumida da seguinte forma:

  • Floresta: redução de 69,90% para 61,25%, mas manutenção da predominância na paisagem;

  • Agropecuária: aumento de 17,40% para 19,72%, com maior participação em 2000;

  • Área não vegetada: crescimento de 2,70% para 9,67%, constituindo a principal expansão proporcional;

  • Corpo d’água: estabilidade próxima de 9% ao longo do período;

  • Vegetação Herbácea e Arbustiva: redução de 0,91% para 0,29%, com mudança mais acentuada nos anos recentes.

Em conjunto, os resultados apontam para uma transformação gradual da paisagem, marcada pela redução da participação relativa das áreas florestais e pelo aumento dos grupos associados à agropecuária e às áreas não vegetadas. Ainda assim, os ambientes florestais continuam ocupando a maior parte da bacia, o que evidencia a relevância estratégica da região para a conservação da biodiversidade, a proteção dos solos, a regulação hídrica e a manutenção dos serviços ecossistêmicos.

Tabela 4. Evolução da área dos grupos de uso e cobertura da terra na Bacia Hidrográfica da Baía Babitonga, entre 1985 e 2025, em km².

Grupo

1985

1990

1995

2000

2005

2010

2015

2020

2025

Agropecuária

381,85

423,58

427,95

485,32

436,75

429,24

431,37

425,22

428,90

Corpo d’água

199,31

201,73

208,03

197,24

197,17

193,94

190,66

193,82

197,50

Floresta

1.533,99

1.475,78

1.449,31

1.376,18

1.411,13

1.408,01

1.390,76

1.355,36

1.332,45

Vegetação Herbácea e Arbustiva

19,90

18,57

21,18

20,70

21,03

20,73

22,88

7,28

6,27

Área não vegetada

59,35

74,77

87,96

115,00

128,36

142,52

158,78

194,25

210,34

Total

2.194,41

2.194,43

2.194,44

2.194,44

2.194,44

2.194,44

2.194,45

2.175,95

2.175,46

Fonte: MapBiomas – Coleção 11. Elaboração própria com base nos dados de uso e cobertura da terra da Bacia Hidrográfica da Baía Babitonga.

 

Tabela 5. Evolução da participação percentual dos grupos de uso e cobertura da terra na Bacia Hidrográfica da Baía Babitonga, entre 1985 e 2025.

Grupo

1985 (%)

1990 (%)

1995 (%)

2000 (%)

2005 (%)

2010 (%)

2015 (%)

2020 (%)

2025 (%)

Agropecuária

17,40

19,30

19,50

22,12

19,90

19,56

19,66

19,54

19,72

Corpo d’água

9,08

9,19

9,48

8,99

8,98

8,84

8,69

8,91

9,08

Floresta

69,90

67,25

66,05

62,72

64,31

64,17

63,38

62,29

61,25

Vegetação Herbácea e Arbustiva

0,91

0,85

0,97

0,94

0,96

0,94

1,04

0,33

0,29

Área não vegetada

2,70

3,41

4,01

5,24

5,85

6,49

7,24

8,93

9,67

Total

100,00

100,00

100,00

100,00

100,00

100,00

100,00

100,00

100,00

Fonte: MapBiomas – Coleção 11. Elaboração própria com base nos dados de uso e cobertura da terra da Bacia Hidrográfica da Baía Babitonga.

Elaborado por: Dr. Celso Voos Vieira.